Injustas e desmesuradas sentenças

Depois de um processo legítimo a juíza, que não aceitou nenhuma das atenuantes da Defesa e aplicou todas as agravantes da Promotoria, ditou sentenças desmesuradas e injustas, aplicando as máximas condenações em cada caso, ainda que os cargos principais não puderam ser provados, vulnerando, entre outros, o Artigo 14 do Pacto Internacional de Direitos Civis e Político de Nações Unidas que referenda: “…toda pessoa terá direito a ser ouvida publicamente e com as devidas garantias por um tribunal competente, independente e imparcial…”

Gerardo Hernández, sentenciado a duas correntes perpétuas por conspiração para cometer assassinato em primeiro grau e conspiração para cometer espionagem, respectivamente.
Ademais, 15 anos pelos cargos de conspiração por cometer delito contra os Estados Unidos, documentação falsa e agente estrangeiro sem prévia declaração ao Promotor dos Estados Unidos.

Ramón Labañino, condenado a prisão perpétua pelo cargo de conspiração para cometer espionagem, mais 18 anos pelos cargos de conspiração para cometer delito contra os Estados Unidos, documentação falsa e agente estrangeiro sem prévia declaração ao Promotor dos Estados Unidos.

Antonio Guerrero, sentenciado a prisão perpétua por conspiração para cometer espionagem, mais 10 anos pelos cargos de conspiração para cometer delito contra os Estados Unidos e agente estrangeiro sem prévia declaração ao Promotor dos Estados Unidos.

Fernando González, 19 anos de prisão por conspiração para cometer delito contra os Estados Unidos, documentação falsa e agente estrangeiro sem prévia declaração ao Promotor dos Estados Unidos.

René González, 15 anos de privação de liberdade pelos cargos de conspiração para cometer delito contra os Estados Unidos e agente estrangeiro sem prévia declaração ao Promotor dos Estados Unidos.